“É recomendável não descobrir todos os segredos.”
“Eu achei que quando passasse o tempo, eu achei que quando eu finalmente te visse tão livre, tão forte e tão indiferente, eu achei que quando eu sentisse o fim, eu achei que passaria. Não passa nunca, mas quase passa todos os dias. Chorar deixou de ser uma necessidade e virou apenas uma iminência. Sofrer deixou de ser algo maior do que eu e passou a ser um pontinho ali, no mesmo lugar, incomodando a cada segundo, me lembrando o tempo todo que aquele pontinho é um resto, um quase não pontinho. Você, que já foi tudo e mais um pouco, é agora um quase. Um quase que não me deixa ser inteira em nada, plena em nada, tranqüila em nada, feliz em nada.”
“Ah, se eu pudesse abrir a minha cabeça, colocar tudo para fora. Arrumar tudo direitinho como quem arruma uma gaveta. Ou tomar um banho de chuveiro por dentro.”
“Je pense que je t’aime, foi o que ela disse: “Acho que gosto de você.” Ou: “Acho que amo você.” O verbo francês aimer pode significar as duas coisas. E era por isso que ele gostava dela e ao mesmo tempo a amava. Ela falava com ele numa língua que, não importava a quantidade de horas que fosse estudada, não poderia ser totalmente compreendida.”
Preciso contar uma história meia inusitada. Uma vez, uma pessoa que me seguia aqui no tumblr, gostava muito de ficar olhando atualizações, lendo posts, dava likes e reblogava muito. Até que um dia desses qualquer, ela viu um post meio grandinho rolando em sua dash e se interessou por ele, não só se interessou por ele como resolveu ler, não só resolveu ler como está lendo ainda, porque tipo, ela quer ler o final porque ela é bastante curiosa, talvez ela esteja rindo agora ou tenha se arrependido de ter começado a ler, mas mesmo assim ela vai terminar de ler, porque no final desse post, tem uma mensagem que ela talvez precise ouvir, não é atoa que você está lendo esse post, pode parecer bobo, mas eu só queria que você soubesse o quanto eu fico feliz por ter você entre os meus seguidores, muito obrigado.